
Assim que a minissérie (agora estou num mac..) Maysa acabou, saí para ver olhar a lua, observar estrelas e tomar um sorvete. De limão, na casquinha. Delícia.
A lua está linda, quase cheia e o céu, estrelado. Mal dá pra acreditar que a previsão para amanhã é de sol entre nuvens e chuva.
Volto amanhã para São Paulo. Sábado cedo vou para um evento para o qual fui convidada, como blogueira, pela LG.
Achei um post que diz 'Se a vida imita a arte, caímos todos num filmeco de quinta categoria.'(26/08/2005)Mas acho que é outra. Aonde está a frase?
Bem que os marketeiros haviam previsto. Está acontecendo mesmo. Pessoas deixaram de ter uma religião e passaram a seguir Griffes e Marcas. Amam, adoram, idolatram empresas e seus logos como deuses. Voltamos aos tempos greco-romanos. No Brasil é comum encontrar fiéis que adoram emissoras de rádio e tv, marcas de jeans, lojas de roupas, refrigerantes, etc.Feltrin comentou que os seguidores da religião Playboy ficaram indignados com a publicação da nota na coluna de hoje sobre a modelo sem umbigo.
Talvez a gente nem tenha consciência mas todos nós temos nossas marcas-deusas.

Ricardo Feltrin já está no estúdio.Kibe Loco
publica link da coluna Ooops! falando da modelo
da Playboy que saiu sem umbigo. Feltrin contou
que o pior dia é o 'day after' da publicação da
coluna, dia em que todo mundo reclama.
Entendi. Há uma gangue de 'stickers' (adesiveiros) a solta
pela cidade colando adesivos em placas de trânsito. Deu no rádio.E no jornal. Parece que custa 60 reais para consertar as
placas que são adesivadas. Um homem auto intitulado 'dom quixote'
assumiu a
autoria e diz que seu movimento se chama é Permitido Permitir.
Quanto tirei
esta foto
(28/11) achei tão simpático...
Não sei aonde está o Estadão de ontem mas posso jurar que o texto de hoje é repetido. Eu li exatamente a mesma coisa ontem. Sensação muito esquisita esta, a de estar vivendo um dia repetido, meio Groundhog Day. Mas não vai ser repetido, não. Hoje o Ricardo Feltrin vai na rádio. Isso não é repetido pra mim.
Claro que eu me lembro bem como recebi a notícia da morte de John Lennon. José Eduardo Gomes de Carvalho, jornalista, que trabalhava no Jornal da Tarde, saiu correndo da redação, assim que recebeu a notícia pelo teletipo e veio me contar. (acho que era isso, à época) Me acordou de manhãzinha, desesperado. Havia também o rumor de que Yoko Ono teria se suicidado ao saber da morte do marido. Levantei da cama, me vesti, descemos correndo para a portaria do prédio, sem saber por que ou para quê. Lá embaixo, a avenida seguia seu curso tranquila. Entendemos. O sonho havia acabado mas o mundo continuava lá. Indiferente. Ou melhor, hoje. Só vai dar este assunto, da Playboy, na capa do UOL. Na linguagem fina, o homem que abandonou esposa e filhas pelo amor de uma garota de programa. Na linguagem popular, você já sabe a tradução.
'olha que coisa mais linda,mais cheia de graxa....'
Tirando 'vira lata', as novelas de Carlos Lombardi tinham nomes repetidos:"Quatro por Quatro", ", "Uga Uga". Ninguém melhor para escrever... Bang Bang.


Fim de ano dá nisso, todo mundo lembrando do passado. Eu mesma revi dois links, duas entre as melhores coisas que fiz em todos os meus anos de Synapsys: a ação ao vivo da Nextel ligando 3 programas de futebol, o clip do Tudo Avon. Pena que não tem clip do Receitas da Vida.
Foi com grande surpresa que vi, durante o café da manhã, um piano descendo pela janela. Era um piano pequeno, de apartamento mesmo. Mas um piano, sem dúvida. E descia por cordas, do último andar para o térreo. Corri para pegar a câmera que estava na bolsa mas não achava o zíper certo. Achei a câmera, corri para a janela mas, estava sem bateria. Corri para pegar o telefone celular mas cheguei na janela com o piano já no chão, parecendo um sofá. Murphy é implacável. E café gelado é horrível.
Livro: “Merreca Christmas” : time de cronistas fala do Natal de forma bem-humorada
Noite de autógrafos:8 de dezembro (5a. )na Livraria Saraiva do Shopping Eldorado das 19:00 h às 22:00 h
Sobre os autores
- Antonio Prata – Escritor, colunista e colaborador de novelas.
- Caco Galhardo – Cartunista, é autor das tiras “Os Pescoçudos”.
- Castelo – É escritor, publicitário e compositor do grupo musical Língua de Trapo.
- Irmãos Bacalhau – Autores de livros como “Quem Mexeu no Meu Salame?” e “Homem-Cobra, Mulher-Perereca”.
- Ivana Arruda Leite – Escritora, socióloga e colunista.
- Leo Jaime – Cantor, compositor, ator e escritor.
- Marcelo Mansfield – Ator, escritor e comediante. Ex-integrante do Terça Insana.
- Marcelo Tas – Apresentador, roteirista e diretor de TV.
- Milly Lacombe – Escritora, jornalista e editora da revista TPM.
- Nelson Botter – Escritor, psicanalista, consultor de marketing e colunista. É um dos idealizadores do blog Blônicas.
- Nina Lemos – Escritora, jornalista e colunista do 02 Neurônio.
- Rosana Hermann – Roteirista e apresentadora de TV e rádio.
- Tati Bernardi – Escritora, redatora publicitária e colunista.
- Xico Sá – Escritor, jornalista e colunista. É vencedor dos prêmios Esso e Folha.
Merreca Christmas – 104 páginas
Lançamento Matrix Editora - Preço: R$ 17,00
www.matrixeditora.com.br
Vejo você lá, amanhã.
I-na-cre-di-tá-vel. Eu tinha visto a foto no Terra mas só vi o video hoje no
UOL.
O que á natureza. Há milênios as vacas dão mole e as cobras dão
duro. Cobras de todos os tipos, tamanhos e envergaduras vêm comendo vacas de
todas as idades em todos os lugares do mundo. Mas uma variação da vida
natural virou notícia, a sucuri que engoliu o bezerro de 150 kilos. Lá estava a
sucuri, fazendo sua digestão quando sete homens a encontraram num galpão e
resgataram o almoço. E o mais impressionante é que a sucuri expeliu o bezerro e
a cobra foi devolvida para a natureza. Foi? A sucuri que engoliu o bezerro
de 150 kilos está solta? Mamacita! Me dá o CEP da cobra pra eu ficar bem
longe!.
Veja o video da Band News no UOL, ou faça download do video e abra-o em Windows Media Player.
PS - Você também lembrou do desenho do pequeno príncipe, da jiboía
engolindo um elefante?

Ele ficou um tempão sem falar com ninguém e agora, resolveu falar com a imprensa, sempre em coletivas. Tá certo. Não vamos só ficar reclamando do que a pessoa não fez justo quando ela começa a fazê-lo.





